Trilha Africana
A Trilha Africana da Escola Parque é um resgate ancestral da cultura negra representado por um caminho dentro da escola com árvores nativas da África, do Brasil e de outras partes do mundo, que são utilizadas por diversos povos africanos e seus descendentes na diáspora. Ela representa e evidencia a riqueza da cultura afro-brasileira que busca ampliar e preservar histórias desses povos e promover a cultura antirracista na escola.
Algumas dessas plantas foram identificadas a partir de levantamento etnobotânico e as placas de identificação foram desenvolvidas por alunos do Ensino Fundamental e Médio, após encontro com os Coletivos (Coletivo Antirracista Carolina Maria de Jesus, Coletivo Sempre Viva de Jovens pelo Clima e Coletivo Aurora)
A trilha é realizada a partir de parceria entre o Comitê Antirracista e a Sustentabilidade e tem inspiração em projeto do Jardim Botânico do Rio de Janeiro realizado com alunos da escola desde 2022.
O projeto se ancora na Lei 11.645/08: "Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena."
Uma inspiração para a trilha são os valores civilizatórios afro-brasileiros, de Azoilda Loretto da Trindade, para a construção de uma sociedade sem racismo, reconhecendo que africanos e seus descendentes construíram valores civilizatórios inspiradores nesse país.